quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Dia 2 - Felicidade todo dia

Hoje, como tem acontecido quase diariamente, fui no meu quintal colher algo da minha horta. Encontro uma muda de flor que ganhei num mini vasinho e transplantei, em seu segundo florescer. Vê-la assim, preenche meu coração de alegria. 


A conexão com a natureza, que por tantos anos, eu achei que não tinha, me tornam encantada pela magia perfeita dos ciclos da vida. Me trazem compreensão e cura. Me tornam importante pois sou parte dessa engrenagem maravilhosa. Coloco minhas mãos na terra, e na mãe natureza planto sonhos e expectativas. Assim como a muda em flor, vivo ciclos menos bonitos, mais introspectivos. Às vezes quase seco. Mas sempre volto a florescer. Porque é da minha natureza. E saber disso me faz feliz. 

E contigo?! Qual foi a tua pequena felicidade de hoje? Compartilha, usa a #umafelicidadepordia e exercita ser feliz todos os dias. Sempre há motivos. Encontre-os #umafelicidadepordia #30diasfelizes #dia2 #felicidadenúmero2 #motivação #autoestima #positividade #mindset

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Uma felicidade por dia

Tenho vivido ao longo dos últimos tempos, dias desafiadores. Em que as provações me parecem maiores que meu tamanho, força e, por vezes, até existência. Que chegam a colocar em xeque todo meu aprendizado e busca evolutiva. Nunca escondi que já enfrentei, por anos, uma depressão profunda. Me disseram que não há cura e por toda vida devemos ficar atentos. Eu me olho, me percebo. A cura, aprendi, é uma caminhada contínua. E entre as tantas ferramentas que busquei, trago o exercício da gratidão e do olhar sobre a felicidade na simplicidade. 

TODO DIA temos algo que nos alegra. Que traz leveza. Que acarinha o coração, o ego (por que não?), alimenta a esperança em dias melhores. Mas, principalmente, nos faz enxergar que mesmo em meio às turbulências, há o que se agradecer e celebrar. Não importa o quê. Não se trata de medida, de grandiosidade. Grande é ser alegre. 

Então trago o desafio #umafelicidadepordia Vamos juntos?! Perceber as pequenas alegrias escondidas no cotidiano que ajudam a construir nossa história de felicidade? 

Eu começo, então! Depois tu comenta, ou posta tua imagem feliz do dia! A minha felicidade, hoje, foi comprar um biquíni. A celebração do novo corpo que, longe de ser o ideal midiático, estou construindo, com perseverança e paciência. O segundo biquíni de uma vida adulta. Com menos vergonha do meu corpo, mas com alegria de perceber que sou um ser em constante transformação, evolução. SOMOS. Basta querer. 


#umafelicidadepordia #30diasfelizes #dia1 #felicidadenúmero1 #motivação #autoestima #positividade #mindset

domingo, 22 de outubro de 2017

Recomeçar

Uma das lições mais preciosas que a reeducação alimentar tem me trazido é a possibilidade de recomeçar. 

Alguns dias, a dieta é sabotada. Noutros, a preguiça vence a atividade física. Aprendo a não me condenar: tenho feito o melhor. Apenas alguns dias consigo ser ainda melhor que em outros. Assim é a vida. 

Todo dia a gente pode recomeçar. Todo dia é uma nova linha de partida. Às vezes, muda a linha de chegada, porque mudam nossas escolhas. O que deve permanecer é essa vontade de ir, de chegar, onde quer que seja. 


Podemos recomeçar a dieta, retomar uma leitura abandonada, um projeto engavetado, um relacionamento. Podemos mudar de gosto musical, de estilo de vestir, na forma de pensar e agir. Mudar a rotina, o hobby, o círculo de amigos, o autor favorito. Novas escolhas também são recomeços. Ou podemos voltar atrás e caminhar​ novamente por um caminho já trilhado, sem a sensação de que todo recomeço é um fracasso, irmão gêmeo de tentativas frustradas. Podemos refazer as mesmas escolhas mas o fato de tê-las vivido anteriormente já nos faz diferentes, já nos coloca um passo à frente. 

Mais do que isso: podemos reconhecer que em algum momento fizemos escolhas erradas e podemos refazê-las, completamente distintas. Juscelino Kubitschek disse: "Costumo voltar atrás sim. Eu não tenho compromisso com o erro". Que não tenhamos compromisso nem com o erro, nem com a perfeição. Que nosso compromisso seja com a nossa verdade e em sermos felizes. E em nome disso, sempre é possível, justificável e até mesmo necessário, recomeçar. 

Que tal iniciarmos a nova semana com essa atitude? De sermos amorosos conosco e com cada uma de nossas escolhas, dos caminhos trilhados até então e com foco que às vezes, muito mais importante que a linha de chegada é a alegria do vento no rosto de quem sabe que a vida é constante movimento. Vamos juntos?!

Um beijo,
Cláudia

terça-feira, 22 de agosto de 2017

27 anos depois, a calça 42

E hoje o que me parecia impossível, aconteceu. Quase 7 meses depois do início da reeducação alimentar e da atividade física, eu visto uma calça 42. Numeração que não usava desde os 18 anos - ou seja 27 anos! Pra mim, uma grande conquista e muitas lições:

- Deixar de ser obeso é um desafio diário, principalmente para eliminar a mente gorda.


- Ainda procuro o equilíbrio, entre comer certo e "enfiar o pé na jaca". Entre treinar por prazer, por foco no objetivo maior e respeitar também os meus limites.

- Descobri sabores nunca antes imaginados e que o paladar também pode ser educado.

- Fazer meu leite, minha salada e outros agrados gastronômicos pra mim mesma, se tornaram um prazeroso ritual.

- Nos meus posts compartilhados falo muito em mindset: é o mais desafiador - reeducar a mente.

- Também a nutrição afetiva: hoje olho a comida, na maior parte das vezes, de forma diferente. Mas ela ainda nutre meu emocional. Por isso a importância das boas escolhas.

- Ser amorosa comigo quando fujo da dieta ou mato a academia. Quanto mais me cobro, mais isso reflete em atos inconscientes de punição e auto sabotagem. Entender que tenho me esforçado e feito a cada dia o melhor que consigo fazer naquele dia.

- Ainda preciso mudar a forma de me enxergar. Na maioria das vezes, vejo no espelho a Cláudia que já pesou quase 120 quilos, que já vestiu 54. Ainda enxergo a obesa mórbida. Mas, definitivamente, essa não existe mais.






E deixem eu confessar, mesmo que eu negue isso a mim mesma. Nunca me senti tão linda! Por dentro e por fora! Uma beleza, consequência da outra.

O desafio segue. Diariamente. Só por hoje, eu consegui entrar na calça 42. Esses dias ainda, comentei com algumas pessoas que me sentia me perdendo de mim. Acho que não é por aí. Estou me reencontrando. Quem eu sempre quis ser. Talvez por isso, em alguns momentos, tenha dificuldade de reconhecer a "nova" Cláudia. Mas a cada dia também, eu vou seguir me esforçando, pra nunca mais deixar escapá-la. ❤️

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Para Caio

Faz tempo que não escrevo de ti, filho. E esse blog, esse espaço nasceu justamente por ti, que me fez entender a força e o valor dos meus frutos. Mas como tal, precisaram de tempo para maturar e serem saboreados. E a cada nova estação é possível que os ciclos se renovem e também alguns sentimentos adormecidos, aparentemente superados, renasçam.

Ontem tirei uma foto tua, como tantas que sempre tiro. Porque sou uma mãe assumidamente coruja. Porque tua alegria me comove e inspira. Tu estavas pronto para ir à escola. E eu fiquei profundamente tocada ao vê-la. Meu Deus, como tu é lindo, meu filho! Como teus traços são perfeitos! Como teu rosto se ilumina, com teu sorriso que nasce dos olhos, da alma!


Mas preciso te dizer, filho. Me doeu. Muito. Eu aceito, mas tem dias que dói bastante. Mortalmente. Tua deficiência. Tuas impossibilidades. Tuas limitações, causadas nessa vida por irresponsabilidade alheia. Sei, acredito mesmo, combinadas entre nós dois, muito antes. A gente topou enfrentar juntos. Mas ainda assim me dói. Porque vejo que tu tentas falar mais do que consegues hoje e não ser entendido te frustra. Porque te esforças pra que teu corpinho responda além do que ele tem conseguido. E porque todo nosso empenho não tem dado os resultados mais desejados. É duro conviver com desapontamentos. E ser feliz apesar deles. Vendo por este ângulo, acho que até que estamos nos saindo bem.

Ainda assim, quero te pedir: me desculpe. Me desculpe porque ando muito cansada. Cansada dessa rotina estressante de horários cronometrados para tantos compromissos de reabilitação. Cabeça cansada de sempre criar o plano B, o C, quase esgotando o alfabeto, buscando mais e mais oportunidades para que desenvolvas o teu melhor. Cansada de andar de ônibus, de olhares preconceituosos ou de comiseração, de correr atrás de receitas médicas contínuas, de andar sempre com o oxímetro na bolsa. Exaurida de pessoas que não têm sequer a dignidade de olhar para nossos sapatos, quiçá para calçá-los, e ainda assim emitirem opiniões e julgamentos. Que não sabem da missa a metade, porque não querem saber.

Me perdoa, filho. Quando reclamo de dores musculares pelo manuseio diário contigo. Porque né? Além de lindo, estás um rapaz, quase da minha altura! Te peço perdão quando choro de cansaço – escondida ou na tua frente. Me perdoa quando deixo prevalecer minhas vontades, meu bel prazer. É quase uma questão de sobrevivência, sabe filho? Me perdoa porque eu sei que disse que te carregaria em meus braços a vida inteira e parece que as forças me faltam demasiado cedo. Me perdoa se eu aprendi tanto com tua coragem, mas ainda assim, não sou sombra da fortaleza que tu és. Sei que as minhas limitações são infinitamente maiores que as tuas. Te venero por isso.

A tua imagem tão linda dessa semana doeu meu coração. Repito: como tu é lindo, meu filho! E como é imenso esse amor que te tenho! Esse amor que tem se sentido impotente, mas que é tão visceral. Que só a gente sabe, porque só a gente vive. Não tem sido nada fácil, né filho? E o mais incrível disso tudo: somos peculiar e genuinamente felizes. Eu te agradeço por não desistir de mim. Eu te agradeço por ter me escolhido. Te agradeço por dar a tua vida para eu me tornar melhor. Te agradeço por tua luz acolher minha sombra. E juntos sermos completos.

Eu te amo. Obrigada por me permitir isso.

Mamãe (uma das poucas, mas lindas palavras, que tu consegues dizer) 

domingo, 6 de agosto de 2017

Plantio com propósito, colheita com sucesso

Uma das conexões mais lindas que se pode fazer - e eu tenho aprendido, devagar, a meu tempo, mas de forma muito significativa - é com a natureza. Da terra, de seus ciclos e frutos, a lição de que toda força, vitalidade, poder e legado são mais valiosos quando brotam assim: naturalmente. E todos temos este dom. Durante grande parte da minha vida me achei justamente sem dom para o cultivo de qualquer plantinha que fosse. Tenho transformado meu pequeno quintal num variado pomar e horta. Com paciência e dedicação. O segredo?! Talvez o propósito. Quando me propus a fazer meus plantios darem certo. De verdade. De coração. É assim é com todas as esferas de nossas vidas. Seja o que fores fazer, faça entregue. 

Esses dias colhi o gengibre mais lindo da minha vida. Que eu mesma plantei. Há muito namorava os que eu comprava em mercados e fruteiras e pensava: como é possível serem tão grandes e bonitos. Minhas colheitas eram tão singelas. Hoje sei, aprendi, que eu não estava esperando o tempo adequado de maturação. Minha ansiedade atrapalhou e colhi frutos menores. O erro foi me ensinando e o resultado foi essa colheita exitosa. 



Para a semana que vai começar, te convido a refletir sobre o sentido dessas palavras na tua vida. Tens aceitado o tempo perfeito da natureza? Tens dedicado verdadeiramente teu coração a cada projeto, sonho, relação e investida? Aliás: qual é o teu propósito de vida, o que queres colher? E tua natureza, teus princípios, têm sido respeitados? O que te faz sentir conectado com a vida?! Pode parecer perguntas assustadoras, complexas. 

Respira e observa atentamente a vida ao teu redor. As respostas podem​ estar muito mais perto do que imaginas. As minhas, desse vez, vieram na colheita de um lindo gengibre.

Feliz semana a vocês!
Um beijo,
Cláudia

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sobre reeducação alimentar, reconhecer-se e recomeçar

Eu digo e assumi para mim mesma: não estou de dieta, estou tentando cultivar novos e saudáveis hábitos. Que inclui alimentar-se da melhor forma possível e praticar atividade física. Tem dado certo. Melhorei muito meus exames laboratoriais, disposição, entre outros. Mas, como coloco em toda publicação que compartilho a respeito: mais do que tudo, o grande desafio é mudar meu mindset; meu modelo mental. 

O último mês me foi emocionalmente difícil em alguns aspectos pessoais. O impulso era compensar o que me angustiava com algo de comer. Em algumas vezes, consegui domá-lo. Em outras, não. Semana passada foi meu aniversário. Tive comemorações praticamente todos os dias. Ou seja, escorregões no cumprimento do cardápio planejado, mais bebidas alcóolicas e um recesso na academia. O corpo, talvez mais adaptado aos novos hábitos, respondeu rapidamente. Inchaço. Roupas apertadas. Me pesei ontem e a boa notícia é que não aumentei o peso. A má notícia é que não perdi mais nada, estacionei. 

E como disse, o maior desafio é mudar minha mentalidade diante desse enfrentamento com minha obesidade, meu corpo, autoestima e amor próprio. Então, tento me eximir de culpas. Tento, ao contrário do que sempre foi usual, ser mais amorosa e complacente comigo mesma. A culpa só me trará mais peso e eu ainda o descontarei na comida, pois ainda é assim que consigo agir na maioria das vezes. Então me amo pela coragem de estar determinada a mudar. E me aceito por entender que uma mudança de mais de 40 anos não se dará, de forma efetiva, em tão pouco tempo. E me permito recomeçar. 

A nova vida, a nova Cláudia tem sido construída há tempos.
Acima, em meu aniversário de 43 anos, em 2015 e neste agora, semana passada.
Tive prazer em, por alguns dias, transgredir os novos hábitos. Mas tenho satisfação de olhar onde estive, onde já cheguei e, principalmente, tenho muita certeza de onde ainda desejo chegar – e vou. Então, recomeço. Buscando o equilíbrio entre quem sou e quem estou me tornando. Ciente de que reeducação leva tempo. É preciso paciência e perseverança. Mas que seja também com leveza e alegria. Porque é assim que me propus a alimentar minha vida. Para sempre.

domingo, 9 de julho de 2017

Sobre kalanchoes e resiliência

Sou uma observadora apaixonada pela natureza. Suas cores, seus ciclos. Seguidamente paro a contemplar suas manifestações e fotografar. E percebo que com ela aprendo muito sobre Tempo. Aprendo muito às vezes em meu próprio quintal. Tenho um carinho especial por uma florzinha muito comum, a kalanchoe. Há cerca de dois anos estou cultivandoalgumas em minha casa. Ganhei de presente, plantei. Elas parecias ter morrido, mas com paciência e dedicação, voltaram a florir. Hoje, mais uma vez, encontro com elas. Depois de um período de seca, estão novamente em flor... Lindas.

Essas simples flores me ensinam que assim é a vida. Feita de ciclos. Períodos de deserto, onde parece não haver mais nada a nos alimentar para dias bonitos. Mas eis que resistimos. E o tempo de florescer retorna. Porque são os ciclos da existência. Quando entendemos isso, que somos parte desta mágica Universal que é a vida e que os dias de seca, os de inundação, os de frio demasiado e também os de sol fazem parte... Nos conectamos com nossa força maior, a resiliência. Por fora, muitas vezes, seca planta, por dentro ainda seiva de coragem e esperança para aguardar os dias melhores, porque certamente eles voltarão ao nosso jardim.


Vivi dias tensos ultimamente. Não estava enxergando beleza nem sentido nas provações vividas. Mas sabem? Que bom que faz algum tempo já aprendi: a vida pode ser mais do que isso. E é. Então confio, sabendo a força e o valor de minhas raízes. E tal como a kalanchoe me sinto pronta para florescer mais uma vez.

Para essa semana que já vai começar, é isso que quero te lembrar: mesmo quando tudo na tua vida parecer sem perspectiva, resiste, aguarda, confia. Tenha certeza que tuas melhores sementes te retornarão em belas flores, em saborosos frutos. E nem se trata de otimismo, viu? É a lei da natureza. Dias de estiagem, dias de colheita. E, invariavelmente, os melhores dias também vão chegar.

Desejo uma semana muito feliz a cada um, onde se possa especialmente cultivar a certeza de que nosso destino é ser feliz. E nada vai impedir isso.

Um beijo,
Cláudia

domingo, 2 de julho de 2017

Mindset: comanda o teu e conquiste o mundo!

Nos posts sobre os novos hábitos que estão me levando a um estilo de vida muito mais saudável, uso a hashtag #mindset. Porque realmente, de tudo que conduz minha vida, é o mindset a mudança mais profunda. 

Mindset é nossa atitude mental, como organizamos nosso pensamento e reagimos às experiências pelas quais passamos. E todos os caminhos realmente significativos de quem busca fazer da sua existência uma experiência realmente evolutiva passa pelo mindset. Terapias, cursos, ferramentas, autoconhecimento. Todos te levam a organizar o teu comportamento mental. Sempre compartilho que falo com propriedade. De quem venceu uma depressão profunda. De quem resgatou a autoestima, depois de mais de uma década de opressão. De quem retomou a carreira interrompida por sete longos anos. De quem está deixando para trás uma vida inteira de obesidade e sedentarismo. O que aconteceu para toda essa guinada? 

Eu mudei a minha atitude mental frente ao que me acontece. Decidi encarar tudo pelo lado positivo, com gratidão pela oportunidade de crescimento que cada dificuldade me proporcionou. Decidi que sou mais forte e que não são as experiências negativas do passado que vão determinar meu presente ou futuro. Entendi o tamanho imenso da minha responsabilidade diante de tudo que almejo conquistar. Aquilo que eu quiser verdadeiramente, que me esforçar para, eu vou conseguir! 

Isso não significa viver um mar de rosas. Como é sabido, quanto maior a consciência, maior a responsabilidade. Talvez por isso, tantas pessoas tenham medo deste caminho de autoconhecimento e empoderamento. Significa uma vida com tantas dificuldades como sempre. Mas com a certeza de que em mim, concentro todas as capacidades de superá-las. 


Hoje eu te convido a mudar teu mindset. Exercita, nessa semana que está iniciando, toda a tua potencialidade de ser feliz. Não estou falando de viradas fenomenais, mas de pequenas decisões que na soma, vão te levar longe. Comanda teu mindset, assume as rédeas do teu destino, determina aonde deseja chegar, o que queres conquistar. Quando tu escolheres ter o poder sobre tua própria vida, nada nem ninguém vai te limitar! Experimenta!

Linda e produtiva semana!
Um beijo,
Cláudia

domingo, 25 de junho de 2017

Um post ao acaso


Hoje não tem post porque tirei o domingo para estudar uma nova palestra que fui convidada a apresentar amanhã. Tenho textos "no forno", mas não consegui arrematá-los ao meu gosto e objetivo.

Como me ensinou minha amada Coach Marina Mottin , sempre que se quiser equilibrar muitos pratos, um deles há de cair no chão. Em minha vida real de mãe, profissional, dona de casa e de quem busca cuidar disso tudo, mais de sua vida pessoal e social, hoje não deu tempo pro Meus Frutos.

Aqui. Porque o que tenho feito na vida é justamente seguir plantando uma sementinha aqui, outra lá e aos poucos elas vão frutificando. Essa palestra de amanhã nasce da palestra Ser Mãe é Sempre Especial, criada a convite do Projeto Borboletas, mas tem uma fala que vai além, para mulheres em situação de vulnerabilidade social.


Isto é o que mais gosto de fazer na vida. Falar para as pessoas, especialmente para as mulheres. Falar que a gente dá conta, sim, por maiores que sejam nossos desafios diários. Mas que pra isso a gente deve e pode e merece se colocar em primeiro lugar. Que a gente pode mudar nosso jeito de pensar e - na carona - mudar nosso jeito de agir e toda a nossa vida. Amanhã eu vou fazer isso mais uma vez. Então, será um fruto meu, compartilhado com meu próximo.

Daí que minha justificativa já virou post (hehehe) e o que eu desejo pra tua nova semana é que tu possas sentir essa alegria que sinto hoje, de correr atrás dos teus sonhos, do que te acelera o coração e te dá a inexplicável e maravilhosa sensação de ser a resposta para aquela pergunta: o que eu vim fazer no mundo? Sucesso pra nós!


Um beijo,
Cláudia

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Apologia à felicidade

Tenho compartilhado nas redes sociais meus novos hábitos de vida que estão resultando num processo de emagrecimento. E recebi algumas críticas, pois afinal sempre tive sobrepeso em minha vida adulta, chegando, inclusive, a ter obesidade mórbida. Com meu 1,62m de altura, já cheguei a pesar 116 quilos. Já fiz dietas restritivas e elas sempre funcionaram. Temporariamente. Desta vez, movida inicialmente por questões de saúde, mas na carona de uma nova forma de me ver e estabelecer novas prioridades – nas quais, eu me incluo – resolvi que ia mudar o estilo de vida. 

Então recebo algumas mensagens dizendo que virei a fit-chata e que agora só faço apologia à dieta e atividade física. Não é isso de que se trata. Se trata em fazer apologia à felicidade! Admiro sinceramente as pessoas que são felizes independente de sua forma física. A elas, meus parabéns! Mas a mim, o sobrepeso sempre foi um incômodo. Que me travava e fazia eu me sentir inferiorizada. Longo e árduo foi o caminho para que eu aprendesse a valorar o meu conteúdo. Fui aprendendo. Mas a forma, seguia me incomodando. Aos poucos, fui aceitando-a (e exatamente, como já falei de aceitação); quando me aceitei como era, fiquei pronta para mudar. 


A pessoa que sou hoje é uma pessoa que se ama cada vez mais. A ponto de priorizar numa agenda super corrida de mãe e profissional, os horários da academia. A ponto de usar a culinária, sempre vista como expressão de amor, para criar comidinhas saudáveis e saborosas nem que seja somente para mim mesma. Estou encantada, conhecendo músculos que não sabia possuir e superando os limites do meu próprio corpo. Redescobrindo sabores de uma alimentação cada vez mais natural. Fazendo apologia não de minhas novas escolhas especificamente, mas de cada um buscar aquilo que lhe faz sentir melhor, mais conectado com a vida! E que sempre é possível! 

Eu me redescubro e redescubro o caminho de ser feliz por mim e comigo. Sempre reforço: as mudanças visuais são apenas o reflexo de quem, com muito esforço, com muitas lições colhidas - algumas com dor, cada vez mais se aproxima de quem quer ser, de quem nasceu pra ser: uma mulher em equilíbrio, em paz e feliz.

domingo, 18 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Ação

Então, chegamos ao fim da nossa série sobre 5 atitudes para virar o jogo. Para sair daquela situação que não queremos mais, que nos é desconfortável, que nos traz frustração ou infelicidade. Ou para ir adiante e buscar mais para nossas vidas. Uma mudança de emprego, de relacionamento, de cidade ou adotar um novo estilo de vida que, num primeiro momento, parece que não é pra nós. Mas a gente sabe que é possível virar o jogo! Quando aceitamos a situação para analisar melhor suas possibilidades; quando planejamos o caminho para mudar; acreditando que temos capacidade de chegar onde desejamos e convertendo os momentos de desafio em força propulsora. Então, o que falta?

AGIR. Arregaçar as mangas e fazer acontecer! As melhores teorias do mundo se tornam vazias se não postas em prática. Todos os passos até aqui foram pra te fortalecer e lembrar da tua imensa capacidade de fazer o que quiser da tua vida! De deixar pra trás o que não te serve mais e ir buscar o que deseja, o que te faz feliz, o que vibra teu coração! Não é a toa o dito que se mudamos a nós mesmos, podemos mudar o mundo. Pois o mundo tá aí fora, sedento pela tua atitude corajosa de jogar o medo, a procrastinação e as convenções para o alto e lutar para ser aquela pessoa que tu desejas, que tu estás destinada a ser. Principalmente feliz e realizada com suas escolhas. Sabendo que no meio do caminho, é possível mudar de ideia e virar o jogo tantas vezes quantas teu coração mandar. Não por receio de não dar conta, mas porque somos seres em transformação e o autoconhecimento sempre pode nos apontar novos caminhos.



Amanhã começa uma nova semana e eu te pergunto: o que tu poderias fazer agora, pra dar um passo adiante e mudar a tua vida dentro daquilo que tu sonha pra ti? Não espera a segunda-feira, começa hoje, revê os passos, olha em que estágio tu estás e VAI! É bem possível que, ao longo de nossas existências, desejemos virar o jogo várias e várias vezes. Eu quero te lembrar que tu podes, que tu tens capacidade e que quanto mais tu souberes disso, maior as chances de tu saíres campeão em todas as tuas investidas.

Te desejo uma semana vitoriosa!
Um beijo,

Cláudia

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Cuide da tua frequência vibracional

Tenho observado como é cada vez mais comum as pessoas cultivarem a reclamação. Como estão se tornando dramáticas com situações cotidianas. Reclamam de absolutamente tudo! E o pior é que não percebem que, muito mais do que se tornarem chatas aos olhos das outras, com essa atitude pioram todo o entorno de suas próprias vidas.
É reclamação porque acordou cedo. Reclamação porque está frio, porque está quente. Porque está cansada de sua rotina com os filhos. Porque um imprevisto gerou um gasto inesperado. Porque a casa está bagunçada. Porque o trabalho está chato. Porque recebeu uma visita inesperada! Gosh!

Meu convite, pelo teu bem é: pare de exercer a reclamação constante e a troque pela gratidão diária! Normalmente a gente reclama do que tem! Então, não reclame: agradeça! É real o dito que existem milhares de pessoas dispostas a trocar de lugar contigo. Mesmo que tu não consigas perceber. Agradeça acordar, simplesmente! Seja grata pela natureza, pelos filhos que gerou, por ter como – de um jeito ou de outro – arcar com as despesas não planejadas. Seja grato por ter uma casa, um emprego, pessoas que te procuram.

Quem reclama, baixa constantemente sua frequência vibracional. Vibra no negativo. E aí, não tem como atrair coisas boas para si. Ao contrário da Lei física de Coulomb, em que os opostos se atraem, quando falamos de energia, aplicamos os princípios da Mecânica Quantica. Reclamação gera mais motivos de reclamação. Gratidão gera oportunidades contínuas de agradecer ainda mais. Quando a gente despende tempo e energia para olhar para o que não está bom, colocamos o ruim no foco, damos poder e força a ele.


E como se eleva a frequência vibracional? Fazendo boas escolhas físicas, mentais e emocionais. Cuidando do teu corpo, se alimentando bem, descansando, cultivando bons pensamentos, lendo bons textos, ouvindo música de qualidade – já tentou relaxar com mantras? Negativismo atrai mais negativismo. Já quando se olha a vida e mesmo o cotidiano e seus desafios diários, com alegria e gratidão, atraímos situações coerentes com nossos sentimentos.

Como sempre, as escolhas são tuas. Viver chamando a atenção para si e seus infinitos dramas cotidianos ou escolher a consciência de ser feliz e grato por cada momento vivido?

domingo, 11 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Conversão

Hoje chegamos à quarta atitude para virar o jogo. Acredito que é uma das mais importantes, ainda que fruto da soma das atitudes anteriores. A CONVERSÃO. Que nada mais é do que nossa capacidade de transmutar; transformar uma coisa em outra. Alterar um caminho, sentido, direção. A conversão é essencial para aqueles momentos em que nos deparamos com as dificuldades e os sentimentos aflorados por elas podem nos fazer pôr todo nosso planejamento por água abaixo.

Quando algo não sai como o esperado, quando nos frustramos , é natural acionarmos os sentimentos instintivos de raiva ou tristeza. O problema é que eles costumam nos conduzir a atitudes prejudiciais, ao outro, mas principalmente a nós mesmos. No afã de sairmos desses sentimentos, buscamos a compensação; seja em ações de vingança ou de indenização ao mal estar sentido. O que invariavelmente, depois, nos traz arrependimento.




Uns dias atrás, eu mesma experimentei uma grande frustração e consequente tristeza. E meu primeiro impulso para não sentir ou mascarar momentaneamente essa dor foi me permitir um prazer instantâneo. Pensei em comer doces ou até mesmo beber um pouco de refrigerante – hábito que aboli neste ano. Por sorte, travei antes. Minha racionalidade gritou: “Pera aí. Além de triste pelo o que outro te fez, tu vai te sabotar ainda mais, te afastando de teu objetivo de emagrecer e ter uma vida saudável?” Ufa! Bendita razão me fazendo aterrisar. O que fiz então? Fui pra academia e canalizei toda a energia negativa em prol de mim mesma, convertendo-a para o meu bem. Coloquei peso extra em todos os aparelhos e fiz meus exercícios movida pela força de quem queria superar aqueles sentimentos ruins. No final, saí feliz comigo; pela sábia escolha e por ter vencido limites da minha mente e corpo. O que o outro fez de errado comigo? Problema, escolha e caminhada dele! Ou seja, eu transmutei, eu converti o mal que me fizeram para o meu próprio bem.

Quando queremos virar o jogo, mudar de vida, as provas serão árduas e por diversas vezes encontraremos obstáculos. Eu vejo isso como uma prova de Deus ou do Universo com a gente mesmo: É isso que tu desejas? Estás certa disso? Converter a força de experiências negativas em atitudes construtivas eleva nosso autoconhecimento, autoestima e nos aproxima cada vez mais de nossos objetivos de vida. 


Pedras podem virar preciosos diamantes. Esse é meu desejo e meu convite para essa nova semana que vai começar. 

Um beijo,
Cláudia

domingo, 4 de junho de 2017

5 atitudes para virar o jogo - Positividade

Certo. Tu queres mudar os rumos da tua vida. Já ACEITOU essa necessidade e começou a PLANEJAR como torná-la efetiva. E agora? A terceira atitude para virar o jogo (a primeira e a segunda estão disponíveis aqui e aqui), parece óbvia, mas é uma das mais difíceis delas. Manter o PENSAMENTO POSITIVO. E calma, não vem me olhar torto. Dispa-te dos teus preconceitos.

Pensar positivo não tem nada de esoterismo. É atitude prática e árduo exercício para quem se determina a chegar aonde deseja. Quando pensamos positivo, ativamos um mecanismo cerebral que aciona em nossos neurotransmissores mensagens de motivação, capacidade e realização, as quais alimentam nosso cérebro. É fato: pessoas negativas, desmotivadas e que não acreditam em si, não têm como conquistar nada.

Teóricos da física quântica, da psicologia e neurolinguistas defendem que o pensamento positivo aumenta nossa criatividade, aprendizado e memória. Estudos médicos indicam que pessoas positivas têm melhor saúde física e mental, sofrem menos de stress. O pensamento positivo não age sozinho, mas tem a capacidade de impulsionar nosso comportamento. No entanto repito: é um exercício diário que se aprende. Nos piores dias, é desafiador manter o otimismo. Mas certamente olhar com descrédito para nossa vida, não nos fará sair de uma situação ruim.


Na minha palestra para famílias com crianças com deficiência, onde partilho de minha experiência, a positividade tem lugar de destaque. De tudo que já vivi, acredito piamente que ver a metade cheia do copo é a chave para a gente saborear o melhor da vida. Durante anos eu vivi no padrão do vitimismo, de que só me aconteciam coisas ruins. Quando mudei essa percepção e comecei a valorar as coisas boas, passei a entender que nenhum de nós é vítima. Somos todos autores de nossa própria história. Se certamente existem os desafios, mais certo ainda é que podemos sempre escolher como reagir a eles. Temos essa escolha, esse poder. Tomar essa consciência é transformador. Sim, tu podes tudo. Principalmente escolher como levar a própria vida – e para onde. Um dia, adolescente ainda, li uma frase que me marcou e hoje me guia: é muito mais generoso rir do que chorar.  

Para a semana que está começando, desejo que tu consigas genuinamente ver o melhor de cada situação vivida e imprimir o teu riso o máximo possível. Não há virada de mesa mais gratificante.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 28 de maio de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Planejamento

Então, um belo dia, tu te dá conta que está num lugar ou situação que te desgrada, que não te serve mais e decide mudar. Mas, por onde? Continuando a série de 5 atitudes para virar o jogo (o primeiro texto, a primeira atitude, tu encontras aqui), hoje quero falar de PLANEJAMENTO.


Já dizia Sêneca: “Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde deseja ir”. Ok, tu já consegues identificar que queres mudar. Mas mudar em quê? Para onde? Como? Crie um mapa de como sair e de onde chegar. Isso te dá clareza para traçar o passo a passo da mudança. Ainda que, num primeiro momento, essa mudança te pareça quase impossível. Visualize onde, em que status desejas chegar. E quais atitudes são necessárias para isso possa acontecer. Existe alguém que possa te apoiar? E o que já pode começar agora, por ti?

Lista todas essas coisas, coloca prazos. E ainda que inicialmente pareça difícil cumpri-los, a partir do momento em que eles estão materializados aos teus olhos, teu cérebro vai começar a te impulsionar às atitudes necessárias para que saiam do papel e se transformem em tua nova realidade.

Buscar terapia, fazer um curso, ler um livro, comprar roupas novas, criar um novo círculo de amizades, encontrar prazer numa nova atividade, pedir ajuda, mudar pequenos hábitos cotidianos. Infinitos são os caminhos que podem te levar a virar o jogo e te aproximar cada vez mais da tua felicidade desejada.

Amanhã a gente inicia uma nova semana. E tu, já tens planejado o que vai fazer para ela ser incrível? Ou, parafraseando o clássico filme, o primeiro dia do resto de uma vida mais feliz. Começa agora, começa por ti. E aí, o jogo já começa a virar a teu favor, tenho certeza.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 21 de maio de 2017

5 atitudes para virar o jogo: Aceitação

Todos nós vivemos, em algum momento de nossas vidas, uma situação que nos desafia, oprime, faz infeliz. Ou simplesmente não nos serve mais. E aí, a única porta de saída passa por uma guinada total. Mas, na grande maioria das vezes, a gente não se acha capacitado para virar o jogo. O medo, o comodismo, crenças limitantes insistem em nos deixar patinando no mesmo lugar. O que precisamos ter em mente é que nosso destino, onde vamos chegar, o que vamos conquistar, depende quase que exclusivamente de nós. Pensando nisso, resolvi compartilhar aqui 5 atitudes para virar o jogo.

Por mais contraditório que possa parecer, a primeira atitude para sair completamente de onde estamos e não nos agrada mais é a ACEITAÇÃO. Como assim? Mas se eu aceito, a tendência não é justamente me manter inerte? Atenção: a leitura não é essa. Não falo de conformismo. Falo de aceitação. A negação faz com que a gente fique se debatendo e afundando num lodo sem fim de autopiedade. Nos faz não acreditar que determinada situação é realmente verdadeira. E aí, como reagimos a algo que não acreditamos que está acontecendo? A negação também pode nos causar raiva, que muito facilmente nos coloca no papel de vítimas de um destino injusto. Se somos vítimas, não temos o poder de transmutar o que nos incomoda. Essa equação de negação e raiva tem grandes chances de levar a um estado de depressão, onde aí realmente não nos acreditamos mais capazes de superar o que quer que seja.


A aceitação, pelo contrário, é a reação! É entender que as dificuldades acontecem para todos e eu tenho o poder de decidir como vou reagir a elas. Carl Rogers foi um psicólogo norte-americano que revolucionou a psicologia até então tradicional, que antes acreditava que todo ser humano tem um quê de doente em sua psiquê. Rogers defendia que a natureza humana é a saúde integral e que todos têm em si a capacidade de cura e o potencial de crescimento. É dele uma frase que gosto muito que diz: “Curioso paradoxo: quando me aceito como sou, posso então mudar”.

Quando aceito o que vivo, começo a buscar o lado positivo daquilo. E entendo que tenho forças para reagir, para transmutar e crescer.

Para a semana que está começando, desejo que tu possas aceitar teus desafios de coração. E fazer deles, pontes para teu merecido crescimento.

Um beijo.

Cláudia

domingo, 14 de maio de 2017

Menos um ou mais um?

Essa semana, voltando pra casa, final do dia, ônibus cheio, vejo uma amiga se despedindo da outra: “Menos um dia! Graças a Deus, logo já é sexta-feira”. Na hora pensei: que triste. Lamentar o dia vivido, descartando-o como menos um. Ansiar por um futuro que ainda não chegou. E tão comumente ouvimos e até mesmo pensamos isso.

Penso que quem conta os dias “para trás”, como “menos um”, são pessoas que estão sem projetos a buscar, sem objetivos a conquistar. Repito: triste. Coisa boa é termos a gratidão pela oportunidade do que foi vivido hoje, esperando com alegria a nova oportunidade que o amanhã pode nos trazer. Hoje, não foi menos um dia para esperar aquele que me parece ideal – no caso das passageiras do ônibus, o famoso final de semana. Hoje foi mais um dia em que pude viver, trabalhar, me alimentar, respirar e sonhar. Amanhã, não é um dia a menos para um futuro incerto, mas um dia a mais para construir o futuro que desejo!


Mudar nosso mindset, nossa forma de pensar, agir, reagir e ver as coisas ao nosso redor não é um modo Poliana de se viver. Nada na vida é absoluto, e sim tal como um caleidoscópio. É o nosso movimento que permite mudar as cores refletidas e escolher as que nos agradam mais, as que nos fazem mais felizes.

Amanhã começamos uma nova semana. Qual a tua escolha: contar os dias que faltam para o próximo final de semana? Ou agradecer, e principalmente, usar cada novo dia como mais uma incrível e única oportunidade de conquistar tudo o que tu desejas? Teus sonhos e felicidade não merecem esperar um dia a menos para acontecer, merecem é sempre, a cada dia, uma chance a mais para se realizarem. Vamos juntos?

Uma semana linda a vocês.
Um beijo.

Cláudia

domingo, 30 de abril de 2017

Qual é a tua palavra?

No filme Comer, Rezar, Amar, a personagem interpretada pela atriz Julia Roberts, em viagem com amigos, está em busca da “sua palavra”. Segundo a brincadeira entre eles, cada cidade e pessoa pode ser definida por uma palavra. A personagem de Julia não tinha a sua palavra. Na verdade, o filme versa sobre uma viagem mais profunda e menos visível: a do autoconhecimento. 

O filme muito me tocou, pois retrata essa fase especial de minha vida. A ressignificação da minha relação com a comida, a busca do fortalecimento da espiritualidade e o desejo de seguir acreditando no amor, apesar de um histórico de decepção. Estou viajando para dentro de mim, para refletir sobre esses aspectos tão fundamentais de quem sou ou quem quero ser. O filme me instigou ainda mais a buscar: qual é a minha palavra?


Instintivamente, pensei na palavra coragem. Que coragem é necessária para investir no autoconhecimento. E como o Universo é fantástico, lembrei de um recente workshop que participei, sobre Programação Neurolinguística . Numa das atividades, eu tinha que listar aquelas que considerava as 5 principais conquistas da minha vida. Em seguida, relacionar os 5 valores mais importantes pra mim. E por fim, relacionar as conquistas com os valores. Pois EM TODAS as conquistas, eu fiz uso da CORAGEM.

Essa redescoberta, a tomada de consciência do quão já fui corajosa em minha vida e continuo sendo, me foi incentivadora. Ao mesmo tempo, reforça a responsabilidade: é tudo comigo! Sou eu a única responsável por tudo que conquistei até hoje, pelo que ainda vou conquistar.

A “nossa palavra” é um valor, uma característica que nos define. Quem somos. Como reagimos. Qual o nosso caminho. Inspirada pelo filme – agora, vou ler o livro -, acredito que conhecer nossa palavra é conhecer o segredo de lidar com os dissabores da vida e desfrutar de suas delícias. 

Para a semana que vai começar, desejo que tu te permitas fazer essa incrível viagem para dentro de ti. Acessa tuas memórias, ouve teus sentimentos. E que possas encontrar a tua palavra, aquela que vai te guiar rumo aos caminhos mais felizes e de realização. E daí, qualquer lugar do mundo, será teu.

Linda semana!
Um beijo,
Cláudia

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Razão X Emoção: quem ganha o duelo?

Nas escolhas da vida, um dilema comum: Agir com a razão, pesando prós, contras e racionalizando ao máximo nossa decisão? Ou deixar-se levar pelas emoções envolvidas, permitindo a nosso coração dar a batida final do martelo?

A razão serve para trazer o máximo de assertividade. A razão traça metas, cria estratégias, foca num objetivo. Calcula, pondera, projeta, estima. Busca aferir elementos palpáveis para que nossas decisões ou atitudes nos sejam as mais benéficas possíveis.

A emoção comanda nossos movimentos. Nos impulsiona no ímpeto, na paixão, na visceralidade. Ou nos trava, no medo, na insegurança, nos traumas. Mas permite ao nosso coração sentir aquele frio na barriga, suor nas mãos e batidas descompassadas no peito que tornam inesquecíveis os momentos por ela comandados.

O outro lado da moeda: a racionalidade excessiva pode nos privar justamente de viver emoções incríveis e únicas. Emotividade em demasia pode nos conduzir em barcas furadas, em atitudes intempestivas, em dramas desnecessários. Quantas vezes nos pegamos querendo fazer algo e nossa emoção de medo nos travando? Ou sabendo, racionalmente, qual o “caminho certo” e nosso coração nos puxando para outro?

Então, qual o ponto de equilíbrio? Eu diria que passa pelo autoconhecimento, para distinguir em quais momentos cada um deve prevalecer. E na carona do autoconhecimento, a conexão com nossa intuição. Como quase tudo na vida, não há receita de bolo pronto.  A neurociência tem derrubado o mito de que é a racionalidade que diferencia os humanos de outros seres. A conclusão é a de que um cérebro que não consegue sentir, não sabe decidir. Daí o reconhecimento do termo inteligência emocional. O caminho é trabalhar com ambos, pois ambos fazem parte de nós. Aprender a prever a conseqüência de nossas escolhas e nos responsabilizarmos por elas. Analisar nossos sentimentos e expressá-los na forma de autoconfiança e coragem. Certeza nunca teremos, pois cada momento de decisão é único e tentar tirar dele o frio na barriga é, talvez, tirar o tempero da vida.


(O tema de hoje me foi proposto por uma leitora do Meus Frutos. Quer ver abordado aqui algum assunto específico? Escreve pra mim: claudiapalestrante@gmail.com)

domingo, 16 de abril de 2017

A simplicidade e o bem que habita em nós

Da minha infância trago lembranças bem difíceis. Mas, todo ano, a Páscoa me traz as mais ternas e significativas memórias. Já vivíamos em casas e famílias separadas, eu e meu irmão, 4 anos mais novo. Mas na Páscoa – como na verdade em todos os finais de semana – eu vinha de Porto Alegre a Canoas, ficar com eles. Nossa Páscoa era feita de poucas e simples guloseimas: alguns mandolates, algumas balinhas do armazém, algum raro chocolate, nunca de boa marca, pois minha mãe não tinha condições de comprar. Não tínhamos sequer cestos. Mas não era importante. Todo sábado de Aleluia, nossa diversão era improvisar nossos ninhos. Normalmente tampas de caixas de sapato com papéis rasgados com nossas infantis mãozinhas, para acolher o que o Coelho nos trouxesse. Sempre às colocávamos embaixo da pequena mesa da cozinha. E íamos dormir esperançosos.

O domingo sempre era de alegria. Pois o Coelho vinha. As guloseimas se espalhavam em nossos ninhos tão humildes. E passávamos o restante da Páscoa trocando os doces – “prova esse, mana, é gostoso!” -  e nos deliciando. Tenho a mais profunda saudade e gratidão por essas lembranças.

Normalmente nas datas mais significativas do calendário, como a Páscoa, o Natal, o Ano Novo, nós usamos de todas as atuais ferramentas da tecnologia disponível para desejar o bem ao nosso próximo, para emanar energias de amor, de fraternidade, de esperança. Porque, eu acredito, somos essencialmente bons. Desejamos o bem uns aos outros.

Essas lembranças com meu irmão também me remeteram ao quanto podemos ser gratos e tocados por momentos de absoluta simplicidade. Me lembrou da capacidade que temos de ser feliz mesmo em situações tão adversas – e naqueles anos, nossa realidade era bastante árdua. Mas sabe? Nosso foco era justamente ser feliz, independente da situação. Não tinha ninho, a gente fazia. Não tinha chocolate, saboreávamos as balas! Não tinha fartura? Aí depende do ponto de vista. Amor e esperança, tinha pra dar e vender.


Prontos para começar uma nova semana, vamos levar essa vibe com a gente? De desejar o bem, de manifestar o nosso melhor? Mais do que isso: vamos ser felizes com a simplicidade, gratos ao que temos agora? O que é simples hoje, pode se tornar parte de suas melhores lembranças amanhã. Vai por mim.

Linda semana a vocês.
Um beijo,
Cláudia

terça-feira, 11 de abril de 2017

A culpa não é nossa!

Não é preciso assistir Big Brother para saber do que todos falam hoje. Eu não assisto. Sei o nome dos personagens envolvidos pela repercussão. Mas, impossível não querer entrar lá e dar um abraço apertado na Emily, pois soube que ela chorou ontem, após a expulsão do seu namorado. Queria abraçá-la e dizer: Ei, tu não estás só. Mas, principalmente: TU NÃO TENS CULPA DE NADA. Posso falar com propriedade. Já vivi um relacionamento abusivo. E a gente custa a enxergar a violência e custa ainda mais a entender que a culpa não é nossa.

No começo, eu recebi um apelido “carinhoso” que me relacionava a uma baleia. Aceitei. Mas não, não era carinho. Depois, passei a usar somente roupas bem compridas para não exibir minhas pernas, pois ouvia que elas eram horríveis. Cortei meu cabelo, antes bem longo, e passei a usá-lo sempre preso num rabo de cavalo, afinal era “feio, de negra, cabelo ruim”. E eu não conseguia perceber que tudo isso era agressão, tudo isso era violência. Na verdade, só me caiu a ficha quando levei o primeiro tapa. Mas ela já existia há muito tempo.

Essa é uma conversa que, sempre que posso, tenho com outras mulheres. Tudo que te machuca – física e emocionalmente – e que te constrange é violência, portanto é crime. Ser subjugada como fui, era violência. Ter minhas conversas virtuais hackeadas, montadas e usadas contra mim, era violência. Ser coagida – de forma falsamente carinhosa – a esconder meu corpo, era violência. A agressão física foi só o auge do que eu permiti. Sim, eu permiti. E este é outro ponto: não me julguem porque, durante tanto tempo, eu me submeti a esse relacionamento. Só quem é mulher sabe os medos: sociais, culturais, financeiros, familiares. E esses medos, por vezes, nos dilaceram tanto quanto a dor da violência em si.

A esposa de Victor decidiu retirar a acusação e é julgada. A de José Mayer afirma que vai manter-se casada e é julgada. Emily é julgada – e pior, inclusive por ela mesma. Que distorção de valores! Não são elas que cometeram os crimes. Se elas ficam, se elas se culpam, ainda assim elas não são culpadas! São as vítimas! Uma noite, a Brigada Militar bateu em minha casa, devido a denúncias de meus vizinhos. Com tantos medos, fui até a porta e disse que estava tudo bem, ainda que meu semblante denunciasse o contrário. E as autoridades nada puderam fazer, afinal naquele momento foi a minha escolha.



Desses episódios todos, recentes, e de minha história pessoal fica a lição de que mulheres vítimas de violência precisam de colo, de amparo legal, de compreensão. Não de mais dedos acusatórios lhes sendo apontados. Precisamos que nós mesmas, mulheres, não julguemos umas às outras. Que a sociedade abra os olhos de que a violência não é o tapa, o puxão de cabelo, o empurrão. Ela sempre começa muito antes. E que nós NUNCA somos culpadas. Não é a nossa roupa, a nossa conduta, o que seja. É o desvio de caráter do agressor. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A arte do improviso

O post dessa semana estava prontinho, formatado. Mas eis que aconteceu um grande imprevisto: o netbook pifou. E dentro dele, todos os arquivos. Pra ajudar, o aplicativo do blog via celular também não está publicando os posts. Primeira reação: preocupação e vitimismo. Por que comigo? Por que justo domingo, dia do post fixo? Por quê? Segunda reação: acomodação. Ah, paciência, pulo essa postagem. Terceira reação: virada de mesa! E meu compromisso?! E o que me propus a fazer e desejo realizar?

Costumo dizer que a grande transformação que vivi foi romper com esse padrão de vitimismo e acomodação. Antes, quando algo não dava certo, eu achava que "não era pra ser". Depois, fui entendendo isso como um pedido de confirmação do Universo: "ah, tu queres mesmo? O quanto? Prove!"

Assim como cada dificuldade é uma oportunidade de superação, os imprevistos são excelentes oportunidades para colocarmos a criatividade à baila. Ou acionar nosso GPS mental. Não dá pra ir pelo caminho planejado?! Bora recalcular a rota! Sempre há por onde ir...

Então, no imprevisto do post inicialmente programado para o Meus Frutos, fica meu convite pra tua semana que vai começar: aceite os imprevistos, assim como as dificuldades, como oportunidades. Não desiste de realizar aquilo que tu desejas porque algo saiu fora do script. Vai pro plano B! Pro C, se for preciso! Porque o plano maior e inadiável é ser feliz.

Um beijo,
Cláudia

P.S. O post foi publicado no domingo, como de costume, no Instagram e na fanpage do Meus Frutos. No blog mesmo, só deu hoje. Mas, fica a lição e a leitura para quem nos segue. Gratidão!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Fique com quem acredita em ti

Na contramão das muitas (a maioria, na verdade) pessoas que me parabenizam ou dizem que se sentem motivadas a fazer o mesmo, referente à minha mudança de hábitos, tanto de alimentação quanto atividade física, existe um outro grupo: as que ironizam, as que dizem que isso é “fogo de palha” e que logo desistirei. As que insistem em mostrar fotos de comidas saborosas, mas com excesso de calorias e me marcar nas redes sociais. As que me criticam, dizendo que me tornei chata, monotemática. Isso me leva a uma reflexão que quero compartilhar hoje. Na verdade, os dois lados dessa moeda.

Primeiro, não seja essa pessoa que diminui o sonho, o objetivo do outro. O que tu ganhas ao fazer isso? Muito provavelmente somente a antipatia do teu interlocutor. Não julgue quão difícil é esta meta, o quanto te parece que a pessoa não tem o perfil de quem irá perseverar e alcançar o que se propôs – e seja lá qual for esse objetivo: emagrecimento, mudança profissional, relacionamentos, viagens... Não importa! Não gasta a tua energia desmotivando os projetos alheios. Usa ela (tua energia) direcionada ao teu crescimento, à tua evolução pessoal. Ao invés de destruir os sonhos alheios, constrói os teus! Cada um escolhe seus sonhos com base em tantas vivências particulares. E ainda que cada um tenha o direito de mudar de ideia e desistir no caminho, apenas não julgue.

E se tu és a pessoa cuja meta é pública e notória, não se deixe atingir por essas pessoas negativas. Te gruda no teu sonho e luta por ele todos os dias. Te fortalece em outras pessoas que te inspiram e te motivam. Esse é o grande segredo: dê crédito e importância somente àquelas que também acreditam em ti e no teu poder de realização. E, se por acaso, no caminho tu tropeçares ou mesmo falhar, levanta tua cabeça. Estás buscando fazer o melhor por ti, sem desejar o fracasso alheio. Isso é o que fazem as pessoas seguras de si e destinadas ao sucesso.



Como diz aquela famosa canção, eu sei o quanto eu caminhei pra chegar até aqui. Não me deixo mais atingir por energias negativas, mantenho a minha em alta. Me esforço todo dia para ser o tipo de pessoa que eu gostaria de conhecer. Tenho convicção que isso faz de mim um imã para boas oportunidades, pessoas, relacionamentos e uma vida feliz. Vamos juntos?

domingo, 26 de março de 2017

A quem tu és inspiração?

Nesta minha nova fase de mudança de hábitos alimentares e atividade física, muitas pessoas têm me procurado para pedir receitas, dicas de como me sinto, mas principalmente para conversar, sobre como desejam mais cuidar de si e não sabem por onde começar. E generosamente usam uma palavra que acho linda: “tu tens sido minha INSPIRAÇÃO”.

Algum tempo atrás, eu veria como exagero este reconhecimento. A vida me ensinou que não. Muitas são as pessoas de meu convívio que me inspiram. Pessoas “comuns”, mas com o dom de influenciar positivamente a vida alheia. O bom humor de um amigo frente a uma árdua rotina de trabalho, me inspira a levar meus dias com mais leveza e gratidão. Ver uma amiga crescendo profissionalmente me inspira a buscar meu lugar ao sol, indo atrás dos meus sonhos. Tenho uma amiga linda que me ensina sobre a saudável vaidade e me inspira a cuidar cada vez melhor de minha aparência.

Mas sabe o que é bacana? É saber que eu, para algumas pessoas, também sou fonte de inspiração. Isso representa a troca linda que é a vida. E eu te trago isso hoje, com o domingo já acabando e a nova semana batendo à nossa porta, pra te lembrar: certamente tu também és a inspiração para alguém. Com teu sorriso. Com tua inteligência. Com tua determinação. Tua força. Com alguma característica que às vezes, as asperezas da vida não te deixam enxergar. Então, seja grato, mas principalmente seja determinado em seguir teu caminho. Todos nós somos inspiração para alguém. E saber disso só aumenta nossa responsabilidade com nós mesmos: não podemos desistir!


Não desiste! Não desiste dos teus sonhos achando-os absurdos, não desiste da felicidade que por ora pode te parecer inatingível, não desiste da vida linda que está logo ali te aguardando, com todo o teu merecimento. Nossos medos, a auto sabotagem e muitas falsas crenças são o que nos limitam. Mas tu podes tudo! "Não desista. Alguém está se inspirando em você".

Te desejo uma semana produtiva, feliz e muito inspiradora.

Um beijo,

Cláudia

segunda-feira, 20 de março de 2017

O meu caderno

As palavras sempre me fascinaram. Curiosa em juntar letras e entender seu sentido, aprendi a ler aos 5 anos, antes de ingressar na escola. E já aos 10 devorava tudo que caía em minhas mãos. Especialmente, jornais. Ali me atraíam os anúncios publicitários, as crônicas e algumas matérias. Pauta variada. Mas, essencialmente, comportamento humano. Desde essa época, eu sonhava: quero escrever num jornal. Escolhi a faculdade de jornalismo, que no Ensino Médio se transformou em Publicidade e Propaganda. E este fascínio era tamanho que desde a mais tenra idade, eu recortava tudo o que me interessava nos jornais e colava num caderno. Selecionava tudo o que eu achava que mereciam ser lido, compreendido. Aprendido.

Em minha vida adulta, meu caderno virou tesouro. De minhas memórias afetivas. De predestinação. De manter (ou relembrar) o foco.

Entre duas mudanças, ele foi extraviado. Achei ele novamente esses dias, por acaso... Lembrei da jovem de 17 anos que foi prestar vestibular e a mãe queria que ela cursasse bioquímica, para seguir nos negócios da família. E esta mesma jovem teve a ousadia de seguir seu próprio caminho, buscando aquilo que lhe vibrava o coração – a faculdade de comunicação. Buscar seguir o meu destino me pareceu a forma mais bonita de honrar a história da minha família. Acho que o tempo tem provado que foi uma escolha acertada.

Reencontrar meu caderno em especial neste momento em que o Meus Frutos literalmente frutifica; em que enveredo pelo caminho das palestras, em que o sonho do livro voltou com força total... tem o significado de reencontrar a minha missão!

Um caderno amarelado pelos anos, para lembrar o quanto o sonho está vivo!

Acredito que este é o maior desafio da humanidade: encontrar e viver a sua missão! Quando tu encontras a tua missão, tu encontras na carona, a alegria, a prosperidade, os bons relacionamentos. O segredo não é procurar alcançar esses status; o segredo é encontrar a ti mesmo e essas coisas te alcançarão.

Para essa semana que começou, desejo que tu encontres “o caderno” da tua vida e ele te lembre da tua missão. Não precisa ser necessariamente algo material, mas que desperte aí dentro do peito, para o teu sonho, o teu propósito de vida. Porque aí sim, a vida fica bacana demais.

Um beijo,

Cláudia

domingo, 12 de março de 2017

Qual a força do teu querer?

Essa semana que passou, recebi uma lição da vida que gostaria de partilhar com vocês. A grande verdade é que o cotidiano está sempre nos ensinando algo; cabe a nós estarmos atentos e dispostos a aprender. Da lição que me veio, a lembrança mais reforçada: o poder do nosso querer.

Há algum tempo tenho feito cursos online gratuitos de assuntos que me interessam e que agregam aos meus atuais objetivos de vida. Entre minhas metas estabelecidas no roadmap, ainda no processo de Coaching, fazer mais cursos e workshops de formação. Ocorre que, por diversos fatores, ainda não consegui me organizar financeiramente para, as oportunidades ainda não casaram. Então, surgiu uma promoção via rede social. Num primeiro momento, pensei: é a minha chance! Depois, aquelas crenças limitantes, insistiram em tentar me sabotar: “ah, capaz”, “não vai dar, muita gente vai concorrer”. Mas, para o meu bem, não as escutei e me inscrevi. E ganhei!!!! Vou poder realizar este sonhado workshop - Mulher Atitude, com a hipnóloga e trainer em programação neurolinguística, Mileine Vargas - no fim deste mês!

Na vibe dessa boa sorte, resolvi me inscrever num outro evento, de cunho terapêutico. Relutante, num primeiro momento, compartilhei com uma amiga e ela me pergunta: “Estás com vergonha de quê? De ser feliz?”. E graças a suas palavras, tomei coragem, joguei a tal vergonha para o alto e me inscrevi. Porque é algo que quero muito, como o workshop.

Para os dois casos, vou realizar aquilo que desejo. Mas primeiro, tive que ter coragem para assumir que este meu querer era mais forte do que a vergonha, o medo ou a crença de que eu não conseguiria. Tive sorte no primeiro caso, de ganhar a promoção? Sim, tive. Mas ela só me agraciou porque tive atitude para me inscrever. Sorte não acompanha quem não sabe o que quer. Muito menos o sucesso.


Iniciando uma nova semana, eu te pergunto: Qual a força do teu querer? Ela é grande o suficiente para te fazer sair do lugar onde estás hoje? Resistente o bastante para vencer qualquer crença que te limita? Te digo: ela é exatamente do tamanho daquilo que queres alcançar! Ela apenas precisa ser liberta do teu peito, dos teus sonhos e ser colocada em prática. Como? Dando o primeiro passo. Do resto, o destino, tua vontade e, às vezes, a sorte se encarregam.

Te desejo uma semana repleta de imensas vontades e lindas realizações.
Um beijo.

Cláudia